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Transações P2P com criptomoedas estão na mira da Receita Federal dos Estados Unidos

IRS Receita Federal dos Estados Unidos

A Internal Revenue Service (IRS), a Receita Federal dos Estados Unidos, quer aprender mais sobre as transações P2P de criptomoedas.


Esse tipo de negociação é feita entre pessoas, de modo que não é preciso enviar valores por corretoras centralizadas, que informam suas transações aos governos. 

No entanto, desde que o Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto, ele foi imaginado como um dinheiro digital que funciona ponto a ponto (P2P), ou seja, de pessoa para pessoa. Essa tecnologia descentralizada se tornou uma solução mais eficiente e elimina intermediários, como bancos, por exemplo, na hora de se transferir recursos.

Sim! com o bitcoin é possível enviar valores de qualquer lugar do mundo em instantes, tornando até transações internacionais mais rápidas, seguras e inovadoras. Contudo, acabaram surgindo as corretoras de criptomoedas, plataformas centralizadas que fazem a intermediação de negociações. Essas corretoras acabaram sendo as primeiras a receber atenção da Receita Federal pelo mundo, já sendo unânime que devem prestar informações ao fisco rigorosamente.

Agora, a Receita Federal dos Estados Unidos está querendo aprender mais sobre as transações P2P, de modo que possam encontrar uma forma de fiscalizar essas transações. Para isso, O IRS divulgou na última segunda-feira (25) que está com uma posição em aberto para o Conselho Consultivo, que irá atuar em 2023 no cargo. Dessa forma, a receita dos EUA procura para 2023 alguns candidatos com ampla experiência em tributação, mas não só isso. Segundo o edital público, seria interessante que os candidatos interessados em “Pequenas empresas e autônomos” chegassem com “conhecimento ou experiência com moeda virtual/criptomoeda e/ou aplicativos de pagamento ponto a ponto“. O que isso pode acarretar? Confira no vídeo abaixo com Edilson Lauro, do canal Investimentos Digitais:

Isso mostra que o IRS quer entender melhor os sistemas de transações entre carteiras de criptomoedas, podendo indicar que planejam fiscalizar essas negociações sem intermediários, que hoje não são fiscalizadas facilmente.

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